sábado, 27 de novembro de 2010

Palhaços alegram pacientes

Sabemos que existem enfermeiros, fisioterapeutas, médicos... que além de atenderem o paciente da maneira tradicional, são Doutores da alegria, há também aqueles que não são profissionais da área de saúde mas que tornam-se  voluntários para uma causa tão nobre. Nada melhor do que deixar uma frase de uma dessas pessoas.
"Bom humor e alegria são inerentes ao ser humano. Só que, às vezes, quem está hospitalizado, vivendo um doloroso drama, fica impedido de dar espaço a eles. Nossa função é potencializar formas de viver com esses dois componentes." A voluntária Claudia Rubinsteinn resume a filosofia da Operação Arco-Íris (OAI), organização não-governamental de trabalho voluntário em hospitais, criada há 12 anos, que busca, por meio de jogos e brincadeiras, a interação entre a figura do clown (palhaço) e os pacientes. A ação contribui para a humanização do ambiente hospitalar.

Tainara Rodrigues

A comunicação empresarial na área da saúde


Existem três subconjuntos de uma estratégia organizacional: os objetivos, recursos e reputação.
Um dos principais objetivos de uma empresa na área da saúde é atender o paciente da melhor maneira possível, e para que a demanda pelos serviços oferecidos cresça. A comunicação empresarial é muito importante para a evolução da credibilidade, pode-se utilizar os recursos da mídia como a TV, internet, para isso as empresas necessitam de recursos disponíveis como dinheiro, recursos humanos e tempo para a garantia de sucesso.
Em um hospital ou clínica é necessário determinar qual a sua reputação junto ao público- alvo em questão, reputação tem base na percepção do público-alvo sobre a organização, em vez de na realidade da organização em si, no caso dos hospitais e clínicas o público alvo seria os pacientes.
Diante desse cenário o desafio da comunicação nas empresas torna-se cada vez maior. Afinal, comunicação não é atividade fim e, em não o sendo, sempre fica entre os itens supérfluos quando o assunto é investimento.  No caso de algumas clínicas e hospitais não é diferente. Algumas empresas da área de saúde investem pesado em tecnologia e modernização, isso sem falar de ampliações físicas para proporcionar maior conforto para seus clientes e um atendimento de ponta. Porém, não reservam em seus orçamentos uma verba para divulgar estes investimentos junto aos seus públicos de interesse, sejam eles clientes, médicos ou operadoras de planos de saúde. Muitas vezes isto acontece porque falta aos empresários ou ao seu staff conhecimento sobre como fazer uma comunicação eficaz. A maioria enxerga apenas a mídia tradicional (jornal, rádio, outdoor e TV) que sofre inúmeras restrições dos Conselhos de Medicina, tem um custo elevado e nem sempre se aplica ou se presta a uma comunicação dirigida e focada em resultados. Entretanto, a publicidade é apenas uma das vertentes da comunicação, e existem veículos para todos os fins e orçamentos para todos os tamanhos. E mais: a maioria não sabe que existem também muitas outras maneiras de se divulgar uma empresa. A comunicação empresarial não é um simples departamento. É um processo que se dá em todos os níveis gerenciais, sejam internos ou externos.
De que adianta uma clínica ou hospital ter um serviço de ponta, alta tecnologia, profissionais capacitados, fazer anúncio em rádio, TV e jornal e, mesmo assim não ver o retorno desse investimento em frequência de público ou em faturamento? Nada. Por isso é que a comunicação deve ser pensada de maneira estratégica, sistêmica e constante. É um processo que faz parte da vida da empresa e não uma tarefa isolada ou ação pontual.

 


Fonte: Editado por comunicação e saúde, com bases no texto de Suely Temporal (Responsável pelo módulo de comunicação empresarial do curso de extensão em gestão empresarial na área da saúde) e no livro A Construção da Identidade, Imagem e Reputação de Paul A. Argenti.

Novas regras para venda de antibióticos



No final do mês de outubro, observamos na televisão, no rádio, no jornal, na Internet, etc., a forte resistência da bactéria provinda de antibióticos. E no dia 28/11, entrará em vigor as novas regras para venda de antibióticos. A partir dessa data, as farmácias e drogarias de todo o país só poderão vender esses medicamentos mediante receita de controle especial em duas vias. A primeira via ficará retida no estabelecimento farmacêutico e a segunda deverá ser devolvida ao paciente com carimbo para comprovar o atendimento.
As receitas terão um prazo de validade de 10 dias, devido às especificidades os mecanismos da ação dos antimicrobianos. Os médicos têm que fornecer as duas vias da receita ao paciente, de forma legível e sem rasuras.
As medidas valem para mais de 90 substâncias antimicrobianas, que abrangem todos os antibióticos com registro no país, com exceção dos que tem uso exclusivo no ambiente hospitalar. O objetivo da ANVISA é contribuir para a redução da resistência bacteriana na comunidade.
Outra mudança
As embalagens e bulas também terão que mudar e incluir a seguinte frase: “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA - SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA”. As empresas terão 180 dias para fazer as adequações de rotulagem. E também, todas as prescrições deverão ter suas movimentações registradas no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC). O prazo para que as farmácias iniciem esse registro e concluam a adesão ao sistema também é de 180 dias, a partir da data de publicação da resolução (28/10).

Editado por Taingred Gonçalves com bases do site:http://www.aratuonline.com.br/2009/noticia/54577,novas-regras-para-vendas-de-antibioticos-entram-em-vigor-neste-domingo.html

Informe: 27 de Novembro Dia Nacional de Combate ao Cancêr

 
O Dia Nacional de Combate ao Cancêr foi criado em 1988, para ampliar o conhecimento da população sobre o tratamento e, principalmente, sobre a prevenção da doença.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Momento de descontração e reflexão:



 Através destas charges, é possível relatar com humor e de forma irreverente a situação da saúde pública do nosso país, é uma forma irônica e inteligente de comunicar as pessoas o que acontece de fato em algumas instituições de saúde pública e que de certa forma acaba afetando a todos que precisam do serviço público de saúde.

Postada por Michele Moura.


quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Negociação no dia-a-dia das organizações de saúde e a influencia das etapas de discussão no processo de negociação


 Em muitas ocasiões percebemos embates entre médicos e enfermeiros, administradores e médicos, gestores versus gestores, cada qual lutando por um poder maior. Isso, inevitavelmente, gera mais atrito, desgaste, e piora sensivelmente a sinergia das pessoas, profissionais e unidades de negócio. O grande drama vivido nessas situações é que o conceito “negociar”, não pode ser equiparado a um jogo de poder , muito menos em uma guerra na qual o inimigo precisa ser destruído a todo custo. Numa negociação, a vitória é o acordo, e não a derrota do outro. É preciso ter a noção de que para viver bem é preciso negociar bem!
 Segundo Oliveira (1994) “Negociar não significa atacar ou ceder, significa conversar sobre as possibilidades de conciliar nossos interesses por meio de um acordo.

 A partir do trecho deste texto, em que observamos a negociação no dia-a-dia das organizações de saúde, vamos analisar como os processos de discussão e suas etapas influenciam numa negociação e um acordo favorável para ambas as partes envolvidas.
 Etapas do processo de discussão:

Preparação:
 Antes de iniciar qualquer tipo de negociação, você deve estar confiante quanto a dois aspectos:

Que você está plenamente informado do assunto e provavelmente não será pego de surpresa quando lhe apresentarem fatos ou dados inesperados;
Que você sabe o que quer conseguir.

 Na etapa de preparação você precisa pensar ainda em como defender melhor suas idéias, ficando atento ao ponto de vista e aos objetivos mais prováveis dos outros.

 Troca de idéias:
 Entender qual é o problema dos outros e porque a visão deles difere da sua ajuda muito quando se passa a pensar nas possíveis soluções. Dê tempo, no início de uma discussão, para a troca de idéias e a exposição das opiniões e incentive os outros a conversar francamente sobre seus problemas e percepções.

Exploração de possíveis acordos:
Tente não apresentar todas as sugestões. Fazendo perguntas e evitando uma postura negativa, incentive os outros a contribuir construtivamente para a análise de idéias e as possíveis soluções.

 Procura de pontos de interesse incomum:
 Se o objetivo de chegar a uma solução comum for mantido firmemente, ficará evidente que a conduta mais produtiva consistirá em ressaltar aspectos com os quais ambas as partes podem concordar.

 Garantia de acordo:
 A finalidade da discussão é alcançar um resultado mutuamente satisfatório, e que há riscos de uma discussão construtiva falhar na última hora, pra que isso não aconteça, é aceitável fazer uma pequena concessão final sobre uma questão envolvida no assunto em discussão para fechar um acordo seguro.

Implementação do acordo:
 Uma discussão não está realmente concluída até que a solução alcançada tenha sido implementada com sucesso. Assegure-se de que qualquer acordo inclua um claro entendimento ou plano de ação das medidas necessárias para garantir o sucesso em sua implementação.

 Através dessas etapas de discussão é possível obter bons resultados em uma negociação, não só na área da saúde, mas em qualquer situação das nossas vidas.

Editado por Michele Moura com bases no livro:VOCÊ s.a . Negocie, Influencie e Convença de Alan Fowler e no site: http://www.saocamilo-sp.br/pdf/mundo_saude /35/negociacao_inteligente.pdf

sábado, 20 de novembro de 2010

Comunicação em Saúde

  Através desse vídeo é possível observar a importância da comunicação na promoção da saúde e na prevenção das doenças, e observar que uma comunicação eficiente é fundamental, caso contrário, podem ocorrer alguns problemas causados pela falta de entendimento na comunicação.
  Principalmente na área da saúde que é uma área de grande importância para todos nós, onde uma boa comunicação é de suma importância para obter bons resultados.
  Veremos agora o vídeo da Professora Eliana Marcolino, Dra. Em Comunicação e Saúde, através dele ela explica um pouco sobre a disciplina Comunicação em Saúde:

                        

Editado por Michele Moura com bases no site: http://www.youtube.com/watch?v=x3vuabvhPbI